Este blog é utilizado para relacionar as aprendizagens e reflexões deste semestre da interdisciplina de Seminário Integrador
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domingo, 5 de setembro de 2010
3ª semana
Do primeiro eixo a aprendizagem que ficou foi com relação a utilização do blog, do PBwiki, a publicação de vídeos, a utilização de alguns sites como o xtimeline e a criação da linha do tempo. Para o TCC alguns destes conhecimentos estão sendo utilizados, pois trabalhei com blog com os alunos do estágio. Aprendi sozinha a utilizar o Audacity e trabalhei com os alunos na criação de programas de rádio e esta atividade é que servirá para o desenvolvimento do TCC.
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Décima semana
Esta semana pensando sobre o vídeo "Saber e Sabor" , levando em consideração que na escola estamos construindo o PPP e repensando várias coisas, ainda lembrando a colocação do Tutor Renato para analisarmos e compreendermos o momento o qual grande parte da turma está passando de questionamento do curso e falta de motivação, resolvi tentar começar esta análise.
Por que mesmo com atividades atrasadas eu resolvi, na hora de escolher qual fazer primeiro, esta semana, fazer as de TICs e de Seminário Integrador, sendo que estas duas nem estão com os prazos esgotados?
Por achar as duas com atividades mais desafiadoras, pois aprender a trabalhar no ETC, embora tenha sido no primeiro momento muito difícil, com o passar dos dias está ficando mais tranqüilo e está dando prazer, ou seja, uma aprendizagem com sabor. Desta mesma maneira o vídeo e a aula presencial de Seminário Integrador me deixaram toda a semana pensando nas perguntas dos alunos, durante as aulas fiquei observando e analisando o que eles perguntavam para mim ou para os colegas, sempre eles utilizam esta estratégia de perguntar primeiro para os colegas e depois para o professor. Já por outro lado nas outras Interdisciplinas, cujos trabalhos eu deixei para depois, ou se está repetindo a mesma forma desde o início do semestre (leia o texto, veja os exercícios, crie um exercício e aplique com seus alunos) ou os objetivos das Interdisciplinas não estão claros. Algumas vezes nós alunos-professores não conseguimos compreender a finalidade daquele exercício, o porque temos de fazer aquilo, isto no meu caso em especial é muito desmotivador, se eu não vejo qual a finalidade eu não me interesso. Acho que o PEAD, por ser uma forma diferenciada de ensino-aprendizagem nos permite olhar e refletir de uma forma muito mais rápida, pois não está ainda incorporado ao nosso dia-a-dia é como um olhar para o 'outro', atitude de realizar com mais dificuldade como relação a escola tradicional. Outra questão que eu questiono com relação ao PEAD são as atividades já estarem prontas no começo do semestre, sem alguns professores nos conhecerem, estas mesmo não sendo bem aceitas pelos alunos são mantidas, não há uma mudança metodológica, apenas algumas são retiradas e os prazos são prorrogados. Por quê?
Por que mesmo com atividades atrasadas eu resolvi, na hora de escolher qual fazer primeiro, esta semana, fazer as de TICs e de Seminário Integrador, sendo que estas duas nem estão com os prazos esgotados?
Por achar as duas com atividades mais desafiadoras, pois aprender a trabalhar no ETC, embora tenha sido no primeiro momento muito difícil, com o passar dos dias está ficando mais tranqüilo e está dando prazer, ou seja, uma aprendizagem com sabor. Desta mesma maneira o vídeo e a aula presencial de Seminário Integrador me deixaram toda a semana pensando nas perguntas dos alunos, durante as aulas fiquei observando e analisando o que eles perguntavam para mim ou para os colegas, sempre eles utilizam esta estratégia de perguntar primeiro para os colegas e depois para o professor. Já por outro lado nas outras Interdisciplinas, cujos trabalhos eu deixei para depois, ou se está repetindo a mesma forma desde o início do semestre (leia o texto, veja os exercícios, crie um exercício e aplique com seus alunos) ou os objetivos das Interdisciplinas não estão claros. Algumas vezes nós alunos-professores não conseguimos compreender a finalidade daquele exercício, o porque temos de fazer aquilo, isto no meu caso em especial é muito desmotivador, se eu não vejo qual a finalidade eu não me interesso. Acho que o PEAD, por ser uma forma diferenciada de ensino-aprendizagem nos permite olhar e refletir de uma forma muito mais rápida, pois não está ainda incorporado ao nosso dia-a-dia é como um olhar para o 'outro', atitude de realizar com mais dificuldade como relação a escola tradicional. Outra questão que eu questiono com relação ao PEAD são as atividades já estarem prontas no começo do semestre, sem alguns professores nos conhecerem, estas mesmo não sendo bem aceitas pelos alunos são mantidas, não há uma mudança metodológica, apenas algumas são retiradas e os prazos são prorrogados. Por quê?
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domingo, 6 de abril de 2008
Terceira Semana

Este ano continuo trabalhando com o projeto de Robótica na Escola. Ano passado tivemos curso de como organizar o trabalho em grupos e quais as teorias que embasavam o programa da Lego. Agora estudando o texto : “Informática educativa no Brasil: uma história vivida, algumas lições aprendidas” de Maria Candida Moraes descobri que um dos teóricos citados neste texto é um dos criadores do programa de Robótica na Escola (fotos acima). A linguagem usada no programa é a Logos de Seymour Papert, assim como o nome do material Mindstorms deve-se ao livro deste pesquisador “Mindstorms: Children, Computers and Powerful Ideas” de 1980. Não sabia que este programa tinha raízes tão antigas e tão bem fundamentadas.
domingo, 30 de março de 2008
Segunda Semana

Durante esta semana estudando o texto: “Informática educativa no Brasil: uma história vivida, algumas lições aprendidas” de Maria Candida Moraes, consegui obter muitas informações importantes e alguns novos conhecimentos, assim como pensar como e quando o computador entrou na minha vida . Se eu bem me lembro quando eu ouvi falar algo mais próximo sobre computação eu estava no 2º grau por volta de 1982/1983, quando os meus colegas, dos cursos de eletrônica e telecomunicações, começaram a usar algo parecido com um PC. Como funcionava, realmente eu não sei, mas lembro que eles usavam aparelhos de TV como monitores e compravam um teclado. O que era possível fazer eu também não sei, pois não me interessava, lembro que uma vez, após a formatura eu visitei um deles, aqui em PoA, e ele tinha uns dez aparelhos de TV em casa. Depois o computador foi ficando mais próximo, mas era um eletro-doméstico muito caro e eu não achava utilidade nele. Através de uns amigos que tinham um PC em casa é que descobri as vantagens para um professor ter um, além da possibilidade de conseguir material pela internet. Isto foi por volta de 1994, então resolvi comprar um usado. Sem saber mexer em nada, nem ligar, o rapaz que me vendeu me mostrou como fazia para ligá-lo e onde eu não deveria mexer, no resto ele disse que eu poderia “fuxicar” a vontade.
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